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quarta-feira, agosto 16, 2006

Violetras


Foto: JRenato

Ao som de violões e vozes
dançam violentas
_as letras_
de violáceo vinho
e violentos roxos
brotam
doces
VIOLETRAS
*
*
*

(Marla de Queiroz)

9 comentários:

Elenita disse...

Linda, linda, linda, linda...
Vc me perdoa?

Te amo!

Ju disse...

Ah, acabei de falar pra Cassinha q se vc não escrever um livro e publicar eu vou bater em vc hahahaha
Pelo amor de Deus Marla isso não se faz. Moça vc é sensacional!!!

Que bom q vc voltou! Estava com muita saudade e dor de cotovelo por vc estar com a Lê e ela com vc e eu não hahaha Amo as duas lindas!
Recebeu meu e-mail???

Plagiando a Lê: Eu vou roubar, o texto e a foto. rss

Beijos com amor

Rayanne disse...

Em você, poesia desabrocha.

Estrelas.

Lua disse...

Ficou lindo....
Faltou minha participação especial!!!
Como assim...?
Ooooo discípula folgada!!!!
Amei nossa conexão hj pela manhã.
Mas não me assusta!!!
Um dia lindo para vc recheado com meu amor eterno.
TE AMO!!!!
:O)

Anônimo disse...

Sorriso iluminado e olhinho brilhante.. que linda, vc Marlinha! =)

Sabe o que mais? adoro escritos assim.. limpos, com ar de frescor.

Adoro vir aqui. De verdade!

Beijão, linda. =)

Bi disse...

Afe!! essa aí que comentou anonima foi euzinha! =/

Que doido! =/

Freddy Charlson disse...

Voltei à terrinha dos poemas frugais, bucólicos, sensíveis. Cheguei de chinelos, bermuda e com a mochila vazia. Me enchi de frescor. Me enchi de amor. Deitei na relva, catei violetras, derramei lágrimas nos sabugos frutos de pipocas não vingadas. Meti minha cara em teu sexo, me fartei em teus lábios, gozei sem derramar uma gota. Na volta pra casa (ah, tive que voltar, o mundo, putaqueopariu, mandou) não trouxe nada na mochila, mas muito em mim. Voltei carregado de sentimento e prazer, porém, Marlua, muito, muito mais leve, acredite. Só não matei a saudade. Ainda. Prometo voltar.

freddy charlson disse...

Voltei à terrinha dos poemas frugais, bucólicos, sensíveis. Cheguei de chinelos, bermuda e com a mochila vazia. Me enchi de frescor. Me enchi de amor. Deitei na relva, catei violetras, derramei lágrimas nos sabugos frutos de pipocas não vingadas. Meti minha cara em teu sexo, me fartei em teus lábios, gozei sem derramar uma gota. Na volta pra casa (ah, tive que voltar, o mundo, putaqueopariu, mandou) não trouxe nada na mochila, mas muito em mim. Voltei carregado de sentimento e prazer, porém, Marlua, muito, muito mais leve, acredite. Só não matei a saudade. Ainda. Prometo voltar.

Bela Caleidoscopica disse...

O que brota de vc sem ser doce, Marlamada?
O seu bilhetinho azul encheu meu coração de alegria, flor!
Olha, eu não sei em que encadernação a gente se encontrou, mas não foi de hoje, não! O carinho que eu tenho por vc é coisa que se apresenta em caixa antiga, como aquelas de marmelada, feitas de madeira leve, clara, com tampa de correr e que trazem no conteúdo a coisa maaaais doce!
Liadoro, marlarida-mais-que-perfeita.
beijos beijos beijos azuizinhos